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Influenciadores digitais também estão sujeitos à lei


Dois influenciadores digitais brasileiros viraram notícia nos últimos dias devido às postagens racistas que fizeram. O youtuber Júlio Cocielo viu os milhões de likes que recebe diariamente se transformarem em reações negativas após tweetar que o atacante negro “Mbappé conseguiria fazer uns arrastão top na praia hein”. Empresas como Submarino, Coca-Cola, Itaú e PepsiCo divulgaram o corte imediato de qualquer relação com o youtuber. Diante da polêmica, a questão também gerou uma investigação dos tweets de influenciadores que fez com que ele apagasse 50 mil tweets antigos e o seu colega Cauê Moura também perdesse o patrocínio da Warren.

Os comentários afetaram outros comunicadores. Um deles foi Cauê Moura que apresentava o canal “Ilha de Barbados”. Conhecido pela sua postura "provocadora", ele também chamou a atenção por publicações como “se meu desprezo por fã clubes de internet pudesse ser convertido em AIDS, eu seria a África”.

A startup voltada para investimentos Warren, única parceira do canal que também era comandado por Rafinha Bastos e PC Siqueira, rompeu qualquer vínculo com o youtuber. Em nota oficial, a companhia de Porto Alegre disse que “buscaram tweets racistas dele antigos e trouxeram ao ar. Repudiamos todo e qualquer discurso de ódio, de segregação, machista ou homofóbico. As pessoas precisam de amor, respeito e união. Prezamos isso como valor primordial”.

Leia a matéria completa no site Adnews.


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